Baltimore (MD)

Baltimore já foi considerada uma das cidades mais violentas dos Estados Unidos (se você viu a série The Wire sabe do que eu estou falando. Se não viu, dá um jeito de ver que é um puta programão). Até hoje, inclusive, um americano ou outro para quem eu contei que estava indo dar um pulo na capital do Estado da Marilândia me aconselhava a tomar cuidado “porque a cidade é perigosa”. Pode até ser que já tenha sido muito mais barra pesada, mas hoje está uma tranquilidade, se comparada a São Paulo ou Rio de Janeiro, por exemplo.

O porto foi revitalizado e tudo (ou quase) que você precisa  ver de principal está ali nos arredores. Os grandes hotéis também, o que só facilita na locomoção: dá para você fazer grande parte dos programas à pé mesmo.

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O Aquário é bem famoso – e bem bonito (mas ainda prefiro o de Atlanta). Mas vale a visita caso você não disponha o tempo de ir até a capital da Geórgia para comparar.

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Quatro diferentes embarcações – dois navios de guerra, incluindo o último sobrevivente de Pearl Harbor, um barco a vapor e um submarino – estão paradas abertas aos turistas, e com um passaporte único você pode visitar todas.

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Baltimore também tem o seu World Trade Center, não tão famoso quanto o derrubado em Nova York (que recebe uma homenagem na forma de uma escultura feita a partir dos seus destroços), mas que vale muito subir para curtir a vista.

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Há uma porrada de opções gastronômicas e quem curte as grandes redes norte-americanas vai se regozijar com o Hard Rock Café, o Hooters e o Bubba-Gump, por exemplo.

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Eu preferi algo menos conhecido, com pratos e temperos mais locais e um terraço que me desse uma boa vista.

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Tem inclusive algumas atrações para crianças, as quais não visitei e não posso opinar por motivos de: não tenho filhos (ainda).

Passeio obrigatório, mas um pouco mais afastado do porto – ainda sim walking distance se você curtir bater perna – é o centenário Lexington Market, tipo o Mercado Municipal deles, onde você tem dezenas de opções para experimentar o famoso, e bem gostoso, crab cake.

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Fãs de literatura saberão que Edgar Allan Poe viveu e morreu em Baltimore. A casa do famoso escritor de contos de terror virou um museu (um pouco mais longe do porto pra ir andando, mas nada que inviabilize a visita) que é bom ser visitado cedo, assim que abre (esq). Como só cabem 15 pessoas por vez, você pode ter que encarar alguma fila. Há uma estátua na Universidade de Baltimore (dir) e, claro, o túmulo (abaixo, o original e o mausoléu para onde ele foi removido depois).

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Infelizmente os Orioles, o time de baseball da cidade, não estava jogando no seu estádio quando estive por lá, mas quase tão bom e animado foi ver um jogo num dos bares à noite em frente ao estádio.

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Falando em animação noturna, um excelente lugar, cheio de bares e baladas e shows é o complexo da antiga Usina de Energia, que foi revitalizado, o Power Plant Live. Imperdível.

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E, ali perto, há a Rua Augusta de Baltimore, uma rua em que (trocadilho obrigatório) abundam casas de strip tease. Não cheguei a entrar para conhecer, menciono só por ter descoberto andando por acaso.

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Mais: perto de Baltimore, a capital dos EUA. Conheça Washington DC.

Mais: Atlanta, sede dos Jogos Olímpicos de 1996, é uma ótima surpresa.

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