Nashville (TN)

Nashville é a capital da música country norte-americana. Ou seja, respira música e tem música por todos os lados. Essa é a principal razão que faz a visita à cidade, essencial.

O centro da cidade é o bairro The District, e sua avenida principal, a Broadway, é tomada por bares com música ao vivo. Um do lado do outro, o que garante agitação noturna todos os dias da semana. E, sendo você um fã ou não de country, não importa: é divertidíssimo.

   

Você fica sabendo de várias vertentes do country (só guardei Honky Tonky e Bluegrass), entra em bar de jovem, bar de velho, bar de casal, bar com todo mundo trajado a caráter (menos você), bar com turista, bar de todo jeito. Qualquer espelunca sempre tem uma cerveja gelada, música ao vivo e gente animada.

   

Se sua passagem em Nashville se dedicasse somente a isso, umas três noites dessa bagunça maravilhosa, já valeria a pena (falei “noite, mas os bares têm música e cerveja e gente o dia todo). Mas é claro que nem só de bar e música vive o turista, então tem alguns pontos bem legais para visitar também. O esquema para se locomover é o de qualquer grande cidade americana: tem transporte público, tem duas linhas turísticas gratuitas (de alcance mais limitado) e tem os ônibus de excursão – pagos, mas com guia explicando cada ponto, e no qual você pode desembarcar e reembarcar o dia todo.

   

Talvez o mais legal deles (segundo eu, porque segundo todo o resto dos americanos o top place to visit na cidade é outro que tá mais pra baixo) seja o show no Grand Ole Opry, o programa de rádio com apresentações ao vivo e plateia (tipo o ótimo filme A Última Noite, do Robert Altman). Que experiência diferente e divertida. Claro que está sempre lotado, então é bom comprar os ingressos com alguma boa antecedência (aqui).

   

Durante metade do ano, o espetáculo-gravação-de-programa se muda para um lugar maior e mais famoso, tido como  o melhor lugares para shows da cidade (e onde nasceu o Bluegrass e onde Johnny Cash conheceu June): o Ryman Auditorium.

   

Falando em Johnny Cash, claro que tem o museu dele (e eu TIVE que perguntar se aceitavam cartão, ou só dinheiro).

  

E, falando em museu, tem o maior de todos eles, o Country Music Hall of Fame & Museum (essa sim, considerada a atração turística número 1 da cidade). Com absolutamente tudo sobre todos os cantores country e história da música country e tudo o mais country.

         

E, se você é, como eu, um turista advindo de um país tropical, e ainda não teve a oportunidade de ver um jogo de hóquei no gelo, também ali no centro e do lado do Contry Music Museum, tem o belíssimo estádio do Predators. (dentro fica o centro de informações turístcas, que é o primeiro lugar que você deve ir).

Como outras atrações tem a fábrica de uma das primeiras montadoras de veículos dos EUA, já há muito falida, Marathon Motors.

   

uma visita guiada ao mítico (pra eles, americans) Estúdio B da RCA , onde Elvis e mais um monte de nego famoso (pra eles, americans) gravou uma porrada de disco e música famosa (pra eles, americans),

   

e até uma réplica do Parthenon, que foi erguido em 1800 e alguma coisa pra uma feira de ciências e ficou, por apelo popular (vale mais pela inusitabilidade – nem sei se esssa palavra existe – de um prédio grego na capital do country).

E deixei para o final a joia da coroa, a cereja do bolo, que não fica em Nashville, fica a uma hora e meia de carro, mais ou menos: a fábrica do Jack Daniels.

   

Uma visita guiada acontecem das 9 as 4 –  e são interessantíssimas, mesmo para quem não é apreciador da bebida. Há a indefectível sessão de degustação e, no povoado ao lado da fábrica, uma loja com milhares de objetos com a marca (detalhes de preços e horários, aqui).

   

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