Savannah (GA)

Savannah foi a primeira capital da Geórgia. Além disso, teve uma participação crucial na guerra civil norteamericana. Ou seja,  turismo nela é principalmente histórico. Apesar de ser uma cidade litorânea, não conte que vai dar praia (são bem feinhas).

   

Dá pra você conhecer a cidade em tours guiados à pé ou nos bondinhos ou, se o orçamento forum pouyco mais apertado e você não fizer questão de explicações em inglês, o negócio é pegar um mapa no centro de informações turísticas e fazer por conta própria o walking tour ou pegar o ônibus turístico gratuito, que te deixa nos principais pontos turísticos (mas o intervalo é maior e não tem guia).

   

Um dos principais pontos da cidade, que pode ser o início da sua caminhada, é o Forsyth Park.

   

A parti dele, e indo em direção ao rio, você vai passando por um monte de construção histórica e monumentos dedicados ao combatentes da guerra civil.

   

Numa guerra há sempre muitos mortos e pra onde eles foram? Exato, o meio sinistro-com-árvores-de-filme-de-terror Bonaventure Cemetery.

   

Perto dele, impossível não notar a bela St John The Baptist Cathedral.

   

Quase chegando no rio, há o charmoso City Market, cheio de bares e opções de restaurantes. Mas, se der para a fome esperar, recomendo.

   

Aí você chega no que creio ser o principal ponto da cidade, a River Street que, como o nome diz, é a rua que margeia o rio. Dali saem navios para um passeio pel;o rio, em que você pode inclusive ver o por do sol e jantar.

       

Mas, se você preferir – que foi o que eu fiz – opções não faltam de bons restaurantes na River Street. O mais famoso deles é o The Pirate House que, como o nome sugere, dizem ter sido um ponto de encontro de piratas e marujos. Infelizmente meu bolso não permitiu.

   

No fim da River Street há talvez a estátua mais famosa da cidade, a Waiving Girl, em homenagem à mulher que, diz a lenda, passou 40 anos ~a beira do rio, acenando para todos os barcos que chegavam, esperando o seu amor que partiu e nunca mais voltou.

E um última coisda, que para americanos pode ser nada de mais, mas para nós brasileiros que não estamos acostumados é algo que sempre causa comoção e cometários de “Ai que coisinha mais fofa”: as ruas  da cidade estão cheias de árvores, que são habitadas por um sem número de esquilos.

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